Os colégios eleitorais no Egito foram abertos hoje às 8 da manhã - hora local; três horas na madrugada brasileira - para o segundo turno das históricas eleições presidenciais egípcias.
Mais de 50 milhões de egípcios foram convocados para escolher o primeiro presidente da democracia do Egito.
São dois os candidatos: o islamita Mohammed Mursi e o general reformado Ahmed Shafiq, último primeiro-ministro de Hosni Mubarak.
Está previsto que os colégios eleitorais encerrem as atividades às oito da noite no Egito, três da tarde aqui no Brasil.
A apuração começa logo após o fim das eleições no domingo. Os resultados definitivos deverão ser proclamados até o dia 21 de junho.
Egípcios voltam às urnas para escolher novo presidente
A Comissão eleitoral do Egito estendeu o horário de votação, neste segundo turno da eleição presidencial. Esta é a primeira vez, em 33 anos, que o país escolhe democraticamente um líder.
Cinquenta milhões de egípcios estão inscritos para votar. A expectativa é de uma forte adesão dos eleitores. Por isso, os colégios ficarão abertos até às 9 da noite, no horário local, tanto no sábado como no domigo.
A população volta às urnas, neste fim de semana, para escolher o primeiro presidente após o governo de Hosni Mubarak.
Embora as Forças de Segurança ainda não tenham registrado nenhuma ocorrência grave, o clima é tenso.
Esta semana, a população foi surpreendida com a decisão da Justiça de invalidar o Parlamento, que foi recentemente reformulado por meio do voto popular.
Os islamitas acusam os militares de "orquestrar um golpe," para se manterem no poder. Entretanto, a Corte Constitucional manteve válida a candidatura dos dois políticos que brigam pelo cargo de líder do país.
De um lado, Mohamed Morsi - representante da Irmandade Muçulmana, a principal força de oposição do país.
De outro, Ahmed Shafiq, que foi primeiro-ministro do Egito durante o regime de Mubarak.
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